• Redação LDZ

Meio Ambiente: Suzano reforça a riqueza da biodiversidade nas florestas


Nesta sexta-feira (5/6), comemora-se o Dia Mundial do Meio Ambiente, e a Suzano, referência global na produção de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, aproveita a oportunidade para celebrar a biodiversidade encontrada nas florestas da companhia entre os anos de 2018 e 2019. No período, foram identificadas 355 espécies de aves, 32 espécies de mamíferos e 369 espécies de flora. Estes dados demonstram a importância do trabalho de proteção, conservação e monitoramento, que vem sendo realizado pela Suzano desde 2013, trazendo resultados significativos.

O monitoramento de biodiversidade na Unidade de Imperatriz é feito a cada três anos para a fauna e a cada cinco anos para a flora. Além de destinar cerca de 294 mil hectares para conservação na região, o que representa mais de 50% da área total das florestas da empresa, a Suzano monitora a biodiversidade em 26 mil hectares representativos, que estão distribuídos nos estados do Maranhão, Tocantins e Pará. Destes, cerca de 20 mil hectares estão no bioma Amazônico e 2 mil no Cerrado.


Para o gerente de projetos, Elson Lima, representante da consultoria parceira que realiza o monitoramento, o trabalho realizado pela empresa reforça o compromisso com o desenvolvimento sustentável a longo prazo. “Os monitoramentos de biodiversidade auxiliam no conhecimento da fauna e da flora que ocorre na região. Além disso, essas áreas foram muito degradadas no passado e as ações da empresa de proteção aos fragmentos de vegetação nativa, auxiliam na conservação das espécies.”


Entre as espécies que foram catalogadas no último ciclo de monitoramento, uma se destacou: os profissionais que trabalham na área mapearam uma ave nunca registrada no Maranhão. Encontrada no município de Açailândia, a ave é o tuim-de-bico-escuro, um periquito amazônico que é comum em áreas com vegetação mais aberta. O biólogo pesquisador em avifauna da consultoria parceira, Fernando Godoy, vê essa descoberta de forma positiva. “Esse surpreendente registro evidencia que a distribuição geográfica da espécie atinge cerca de 300km a Leste do que se imaginava anteriormente, além de representar uma nova espécie para a avifauna maranhense.”, ele afirma. Sendo assim, o monitoramento se mostra não só essencial para a conservação da vegetação e das espécies, como também representa um ganho na comunidade científica.

Indústria verde – A fábrica da Suzano em Imperatriz foi projetada considerando as melhores práticas e tecnologias disponíveis para proteção ao meio ambiente em todos os seus aspectos, seja no consumo de água, geração de efluentes, controle de emissões atmosféricas, redução, reuso e reciclagem dos resíduos sólidos, e mínima interferência com comunidades de entorno. Desde 2015, nossa unidade é aprovada por Selos Verdes da União Europeia (EU Ecolabel) e Países Nórdicos (Nordic Swan, além da certificação internacional ISO 14001.


A Suzano definiu a sua estratégia de sustentabilidade baseada nos Objetivos de Desenvolvimento do Milêncio (ODM), incluindo metas de longo prazo para todas as suas unidades. Em Imperatriz, a fábrica que já é referência nacional no consumo de água, aderiu tais metas buscando ainda mais a redução no consumo específico de água até 2030.


Além disso, a empresa está investindo 25 milhões de reais na construção de uma Central de Corretivos de solos, que irá transformar alguns resíduos gerados no processo industrial em corretivo de solo para utilização nas áreas florestais da companhia. Iniciativa que está alinhada com o conceito dos 4 R ‘s e com a busca constante em garantir a sustentabilidade ambiental em suas atividades.


De acordo com o gerente de meio ambiente industrial da companhia, Hamilton Zanola, o objetivo dessas medidas é unir economia e sustentabilidade. “Na Suzano, nosso foco é pensar no que podemos fazer para tornar o processo industrial cada vez mais sustentável. Temos o compromisso de seguir sendo um modelo que alia desenvolvimento econômico com boas práticas ambientais, atendendo as exigências não só dos padrões brasileiros, mas também dos selos verdes internacionais.”


Fonte: Assessoria

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